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Apresentação do livro "A Jóia Que o Rei Não Quis" de Mónica Bello
Apresentação do livro "A Jóia Que o Rei Não Quis" de Mônica Bello
Evento por: Âmbito Cultural El Corte Inglés Lisboa
Localização: El Corte Inglés, Avenida António Augusto de Aguiar 31, Lisboa
Sobre o evento
O Âmbito Cultural do El Corte Inglés e a editora Guerra e Paz têm o prazer de convidar para o lançamento do livro A Jóia Que o Rei Não Quis, de Mónica Bello, a ser realizado no dia 11 de dezembro às 18h30, na Sala de Âmbito Cultural do El Corte Inglés de Lisboa. A apresentação ficará a cargo de Manuel Falcão.
Sinopse
Em Lisboa, não se falava de outra coisa naquele final de Primavera de 1874: a faca de mato minuciosamente trabalhada em prata digna de um rei, encomendada por D. Fernando II, mas que este, afinal, desistira de comprar. Rafael Zacarias da Costa, o artesão daquela obra-prima, dedicara-lhe onze anos de vida, noites sem fim de pesadelos, ficara quase cego, mas a história daquele punhal de caça estava longe do fim.
Segurada na Companhia de Seguros Fidelidade, ela havia de seguir rumo à Inglaterra, naufragar ao largo da Bretanha e ser alvo de uma atribulada operação de resgate. Foi admirada em Paris e no Rio de Janeiro, em Lisboa e no Porto. E, quase século e meio mais tarde, também não escaparia à cobiça e à conspiração de uma negociante de antiguidades, aliás, caçadora de tesouros.
Esta é a história ficcionada de uma jóia da ourivesaria portuguesa do século XIX, uma preciosidade que a Fidelidade guarda há 148 anos, testemunho histórico da mais antiga seguradora portuguesa em atividade.
ENTRADA FRANCA
Sinopse
Em Lisboa, não se falava de outra coisa naquele final de Primavera de 1874: a faca de mato minuciosamente trabalhada em prata digna de um rei, encomendada por D. Fernando II, mas que este, afinal, desistira de comprar. Rafael Zacarias da Costa, o artesão daquela obra-prima, dedicara-lhe onze anos de vida, noites sem fim de pesadelos, ficara quase cego, mas a história daquele punhal de caça estava longe do fim.
Segurada na Companhia de Seguros Fidelidade, ela havia de seguir rumo à Inglaterra, naufragar ao largo da Bretanha e ser alvo de uma atribulada operação de resgate. Foi admirada em Paris e no Rio de Janeiro, em Lisboa e no Porto. E, quase século e meio mais tarde, também não escaparia à cobiça e à conspiração de uma negociante de antiguidades, aliás, caçadora de tesouros.
Esta é a história ficcionada de uma jóia da ourivesaria portuguesa do século XIX, uma preciosidade que a Fidelidade guarda há 148 anos, testemunho histórico da mais antiga seguradora portuguesa em atividade.
ENTRADA FRANCA