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ATSUMORI | Catarina Miranda, no Teatro São Luiz
Evento por: São Luiz Teatro Municipal
Localização: São Luiz Teatro Municipal, Rua António Maria Cardoso 38, Lisboa
Ingressos: Obter ingressos
Teatro, Dança
Sobre o evento
ATSUMORI
Catarina Miranda
M/12
10 e 11 janeiro
sexta e sábado, 20h
Sala Luis Miguel Cintra
R$ 12 a R$ 15 (com descontos) | (Abrangido pelo Passe Cultura - disponível apenas na bilheteria do Teatro)
ATSUMORI, espectro em repetição — mecanismos de visibilidade — topografia intersticial — dança apotropaica
ATSUMORI é uma peça de dança para um quinteto e um palco luminoso. Esta criação parte da peça japonesa de Teatro Noh Atsumori, escrita por Zeami Motokiyo no século XV, em que o fantasma de uma criança-guerreira, volta ao campo de batalha para se vingar da própria morte. Catarina Miranda estudou essa peça em Kyoto (2018) e se inspirou para desenvolver sua própria narrativa, abordando o duplo afeto sobre a perda e o início de ciclos, bem como, a atração pelo desconhecido. O corpo transgredido deseja estabelecer contato e se afirmar em sua potência máxima. O quinteto de dançarinos recorre a palmas, apitos, faíscas, sussurros e chamados vocais, enquanto ocupa um espaço intersticial por meio de uma coreografia apotropaica e rítmica, em um jogo de espectros, sombras e metamorfoses, revelado por diferentes níveis de visibilidade. Há ecos e vestígios do gestuário de danças ancestrais e danças sociais contemporâneas, aqui torcidas e reconfiguradas, como se corpos e tempo fossem desdobráveis, desmembráveis, transitáveis, corporificados por Cacá Otto Reuss, Hugo Marmelada, Lewis Seivwright, Maria Antunes, Mélanie Ferreira . A luz cênica, desenvolvida por Letícia Sckrycky e Joana Mário, tem papel ativo nesse jogo de sombras, amplificado pela composição musical de Lechuga Zafiro, revelando os corpos que se dissolvem, que se transformam, que buscam emergir e coexistir.
Neste espetáculo usa-se luz estroboscópica.
Apoio à divulgação Antena 2
Ficha Técnica
Direção Artística, Coreografia, Figurino: Catarina Miranda; Cocriação coreográfica: Cacá Otto Reuss, Joãozinho da Costa, Lewis Seivwright, Maria Antunes, Mélanie Ferreira; Elenco: Cacá Otto Reuss, Hugo Marmelada, Lewis Seivwright, Maria Antunes, Mélanie Ferreira; Desenho de Luz: Joana Mário, Leticia Skrycky; Composição Sonora: Lechuga Zafiro; Concepção Cenográfica: Catarina Miranda, Joana Mário, João Brojo, João Ferreira, Letícia Skrycky; Desenho de Som: José Arantes; Apoio à pesquisa dramatúrgica: Carlos Azeredo Mesquita, Ece Canli, Fernando Oliveira, Jonathan Saldanha; Produção executiva: João Brojo; Produção: Diagonal Animal /PT; Produção e Difusão: Materiais Diversos /PT; Apoio às residências: CRL – Central Elétrica (Porto/PT), Centre Chorégraphique National de Caen en Normandie (Caen/FR), Centro Cultural da Malaposta/Minutos Redondos/Câmara Municipal de Odivelas (Odivelas/PT), Montpellier Danse/Agora ( Montpellier/ FR), O Espaço do Tempo (Montemor-o-Novo/ PT), Teatro Académico Gil Vicente (Coimbra/PT), Teatro Viriato (Viseu/PT), Teatro Municipal do Porto – Teatro Campo Alegre (Porto/ PT); Apoio: Shuttle/ Ágora – Cultura e Desporto do Porto, E.M., S.A (Porto/PT); Coprodução: Centre Pompidou/ Spectacles Vivant (Paris/FR), Charleroi Danse – Centre chorégraphique de Wallonie-Bruxelles (Bruxelas/BE), Diagonal Animal Associação Cultural (Porto/PT), One Dance Week Festival (Plovdiv/BG), Teatro Aveirense (Aveiro/PT), DDD – Festival Dias da Dança (Porto/PT), OOPSA (Porto/PT) e São Luiz Teatro Municipal (Lisboa/PT)
Catarina Miranda
M/12
10 e 11 janeiro
sexta e sábado, 20h
Sala Luis Miguel Cintra
R$ 12 a R$ 15 (com descontos) | (Abrangido pelo Passe Cultura - disponível apenas na bilheteria do Teatro)
ATSUMORI, espectro em repetição — mecanismos de visibilidade — topografia intersticial — dança apotropaica
ATSUMORI é uma peça de dança para um quinteto e um palco luminoso. Esta criação parte da peça japonesa de Teatro Noh Atsumori, escrita por Zeami Motokiyo no século XV, em que o fantasma de uma criança-guerreira, volta ao campo de batalha para se vingar da própria morte. Catarina Miranda estudou essa peça em Kyoto (2018) e se inspirou para desenvolver sua própria narrativa, abordando o duplo afeto sobre a perda e o início de ciclos, bem como, a atração pelo desconhecido. O corpo transgredido deseja estabelecer contato e se afirmar em sua potência máxima. O quinteto de dançarinos recorre a palmas, apitos, faíscas, sussurros e chamados vocais, enquanto ocupa um espaço intersticial por meio de uma coreografia apotropaica e rítmica, em um jogo de espectros, sombras e metamorfoses, revelado por diferentes níveis de visibilidade. Há ecos e vestígios do gestuário de danças ancestrais e danças sociais contemporâneas, aqui torcidas e reconfiguradas, como se corpos e tempo fossem desdobráveis, desmembráveis, transitáveis, corporificados por Cacá Otto Reuss, Hugo Marmelada, Lewis Seivwright, Maria Antunes, Mélanie Ferreira . A luz cênica, desenvolvida por Letícia Sckrycky e Joana Mário, tem papel ativo nesse jogo de sombras, amplificado pela composição musical de Lechuga Zafiro, revelando os corpos que se dissolvem, que se transformam, que buscam emergir e coexistir.
Neste espetáculo usa-se luz estroboscópica.
Apoio à divulgação Antena 2
Ficha Técnica
Direção Artística, Coreografia, Figurino: Catarina Miranda; Cocriação coreográfica: Cacá Otto Reuss, Joãozinho da Costa, Lewis Seivwright, Maria Antunes, Mélanie Ferreira; Elenco: Cacá Otto Reuss, Hugo Marmelada, Lewis Seivwright, Maria Antunes, Mélanie Ferreira; Desenho de Luz: Joana Mário, Leticia Skrycky; Composição Sonora: Lechuga Zafiro; Concepção Cenográfica: Catarina Miranda, Joana Mário, João Brojo, João Ferreira, Letícia Skrycky; Desenho de Som: José Arantes; Apoio à pesquisa dramatúrgica: Carlos Azeredo Mesquita, Ece Canli, Fernando Oliveira, Jonathan Saldanha; Produção executiva: João Brojo; Produção: Diagonal Animal /PT; Produção e Difusão: Materiais Diversos /PT; Apoio às residências: CRL – Central Elétrica (Porto/PT), Centre Chorégraphique National de Caen en Normandie (Caen/FR), Centro Cultural da Malaposta/Minutos Redondos/Câmara Municipal de Odivelas (Odivelas/PT), Montpellier Danse/Agora ( Montpellier/ FR), O Espaço do Tempo (Montemor-o-Novo/ PT), Teatro Académico Gil Vicente (Coimbra/PT), Teatro Viriato (Viseu/PT), Teatro Municipal do Porto – Teatro Campo Alegre (Porto/ PT); Apoio: Shuttle/ Ágora – Cultura e Desporto do Porto, E.M., S.A (Porto/PT); Coprodução: Centre Pompidou/ Spectacles Vivant (Paris/FR), Charleroi Danse – Centre chorégraphique de Wallonie-Bruxelles (Bruxelas/BE), Diagonal Animal Associação Cultural (Porto/PT), One Dance Week Festival (Plovdiv/BG), Teatro Aveirense (Aveiro/PT), DDD – Festival Dias da Dança (Porto/PT), OOPSA (Porto/PT) e São Luiz Teatro Municipal (Lisboa/PT)