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Humana Taranja ⟡ polivalente ⟡ ZDB
Evento por: Galeria Zé dos Bois
Localização: Zé dos Bois gallery, Rua da Barroca 59, Lisboa
Ingressos: Obter ingressos
Sobre o evento
Entrada: 8€
Ingressos disponíveis em: https://zedosbois.bol.pt/
Humana Taranja
Nesse mundo de certezas, fica delicioso quando você ainda não sabe direito o que quer ser. O Humana Taranja encarna isso agora, seja pela idade de seus cinco integrantes, seja pelo momento em que estão na carreira, um segundo full-length, um ano após o primeiro (“Zafira”, 2023), que nasceu após alguns anos de vida no palco e EPs. Composto por Guilherme Firmino (guitarra e voz), David Yala (guitarra), Filipa da Silva Pina (teclado e voz), Marta Inverno (baixo) e Afonso Ferreira (bateria), o Humana Taranja soa como várias coisas e, enquanto soa como essas coisas, também flutuam entre os gêneros, seja de um rock emocional e juvenil ou de um indie pop de toques febris.
Tudo faz parte da idade, da liberdade de ainda poder decidir o que se quer – e como se quer fazer – sem medo do estranho. O rock do Humana Tananja é inesperado, se move com aquela carga desproporcional de emoções da adolescência, que mesmo que esses anos já tenham passado, “EUDAEMONIA”, o álbum que lançaram em outubro de 2024 e que apresentarão na Zé dos Bois, é a liberação de um acúmulo de anos. São ideias que são presas em você, na incrível sensação de que isso tudo está sendo ingênuo, mas que tem que ser assim mesmo, porque ser é um processo e é um que você tem que mostrar, principalmente quando você quer pegar esses instrumentos e fazer música assim. Há aqui qualquer coisa que está a arder em permanência e que exige que não seja apagada, porque só assim dá para viver a plenitude deste estado. Humana Tananja sabe que tudo isso é temporário, que essa espécie de viagem-terapia que é esse álbum é uma passagem com tempo limitado. E estão aproveitando esse tempo, com letras que declaram essa existência e uma mescla de vozes que evidencia com frequência os contrastes de todas essas sensações. Eles sabem que isso é temporário, nós também, porque o agora não se repete. Esse é um estágio lindo para uma banda assim. AS
polivalente
polivalente nos serve um punk eletrônico psicodélico – através do som de voluptuosas guitarras, bateria eletrônica e synth bass. O artista transmite uma mensagem intensa e sem filtros onde as letras abordam, ao som de sua voz, reflexões políticas e pessoais, fruto de um constante e longo processo de autodesconstrução.
Ingressos disponíveis em: https://zedosbois.bol.pt/
Humana Taranja
Nesse mundo de certezas, fica delicioso quando você ainda não sabe direito o que quer ser. O Humana Taranja encarna isso agora, seja pela idade de seus cinco integrantes, seja pelo momento em que estão na carreira, um segundo full-length, um ano após o primeiro (“Zafira”, 2023), que nasceu após alguns anos de vida no palco e EPs. Composto por Guilherme Firmino (guitarra e voz), David Yala (guitarra), Filipa da Silva Pina (teclado e voz), Marta Inverno (baixo) e Afonso Ferreira (bateria), o Humana Taranja soa como várias coisas e, enquanto soa como essas coisas, também flutuam entre os gêneros, seja de um rock emocional e juvenil ou de um indie pop de toques febris.
Tudo faz parte da idade, da liberdade de ainda poder decidir o que se quer – e como se quer fazer – sem medo do estranho. O rock do Humana Tananja é inesperado, se move com aquela carga desproporcional de emoções da adolescência, que mesmo que esses anos já tenham passado, “EUDAEMONIA”, o álbum que lançaram em outubro de 2024 e que apresentarão na Zé dos Bois, é a liberação de um acúmulo de anos. São ideias que são presas em você, na incrível sensação de que isso tudo está sendo ingênuo, mas que tem que ser assim mesmo, porque ser é um processo e é um que você tem que mostrar, principalmente quando você quer pegar esses instrumentos e fazer música assim. Há aqui qualquer coisa que está a arder em permanência e que exige que não seja apagada, porque só assim dá para viver a plenitude deste estado. Humana Tananja sabe que tudo isso é temporário, que essa espécie de viagem-terapia que é esse álbum é uma passagem com tempo limitado. E estão aproveitando esse tempo, com letras que declaram essa existência e uma mescla de vozes que evidencia com frequência os contrastes de todas essas sensações. Eles sabem que isso é temporário, nós também, porque o agora não se repete. Esse é um estágio lindo para uma banda assim. AS
polivalente
polivalente nos serve um punk eletrônico psicodélico – através do som de voluptuosas guitarras, bateria eletrônica e synth bass. O artista transmite uma mensagem intensa e sem filtros onde as letras abordam, ao som de sua voz, reflexões políticas e pessoais, fruto de um constante e longo processo de autodesconstrução.