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Inauguração da exposição “Carbono 14 - Sem Tempo” de Matilde Franco e Mayank Sahni
Evento por: Cossoul, Agenda Cultural de Lisboa, Planet Zorb - Art Trip
Localização: Cossoul (Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul ), Rua Nova da Piedade 66, Lisboa
Sobre o evento
A Cossoul inaugura, em sua programação de Artes Visuais, o Balão, a exposição "Carbono 14 – Sem Tempo" de Matilde Franco e Mayank Sahni. Num diálogo entre o que Mayank Sahni e Matilde Franco tentam domar, a luz e o som, esses artistas dão forma ao tempo através de esculturas em cerâmica e vidro, matérias que passam pelo fogo para se tornarem, possivelmente, eternas.
Nas esculturas de Mayank, a cristalização da luz ocorre quando ela passa pelo vidro. Da mesma forma, nas performances e paisagens sonoras de Matilde, o som só é ouvido se encontrar um meio para reverberar. Aqui, luz e som são explorados como elementos que ocupam e transformam o espaço, em uma busca pela fisicalidade do som, bem como em uma tentativa de captar, reter e amplificar a luz neste espaço e neste tempo.
“ Se não existir luz ou som, o que mais haverá?”
Contamos também com uma conversa em torno da exposição (19h) entre Matilde Franco, Mayank Sahni e Luzia Alves, curadora, sobre a trajetória dos artistas , projetos futuros, as obras expostas e o processo criativo e construtivo em vidro, cerâmica e som, seguida de visita guiada à exposição.
Sobre os artistas:
Matilde Franco
< br/>2005, Lisboa | Artista Plástica
Estudou Produção Artística, com especialização em Cerâmica, na Escola Artística António Arroio. Atualmente frequenta o 2º ano da Licenciatura em Escultura na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Em sua prática artística explora o campo da escultura e instalação, através do espectro audiovisual e matérias cerâmicas.
A terra e a água são dois elementos muito presentes em seu trabalho, sendo objeto de estudo em seus projetos. Busca, através deles, resgatar suas heranças ancestrais em um confronto entre o corpo e a matéria - utilizando o meio plástico como principal veículo de questionamento. Mais recentemente, tem desenvolvido pesquisas no campo da paisagem sonora portuguesa, com foco principal nos fenômenos e elementos naturais que a compõem, buscando a conexão que esta estabelece com o ser humano, e de que forma estes se influenciam mutuamente.
< br/>Mayank Sahni
1994, Nova Delhi, Índia
Ele é bacharel em Design de Interiores e Arquitetura pela Universidade Nottigham Trent (2016). Depois de 4 anos de experiência na indústria na área de Design, em 2021 Mayank veio para Portugal para interligar sua experiência em Design com a Arte. Atualmente localizado em Lisboa, frequenta o Mestrado em Arte e Ciência do Vidro e da Cerâmica da NOVA FCT, em associação com a Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Em 2024, abriu o Studio Sahni onde, junto com sua namorada, exploram o meio artístico juntos.
Em sua prática artística busca o volumétrico, o tangível e o tátil, usa suas experiências de vida como tema e tenta dar-lhes uma forma visual e plástica, através do vidro e da cerâmica. Este trabalho introspectivo, evidencia as conexões entre seu mundo interior e exterior. O resultado é a criação de uma variedade de “peças vindas de sítios interiores”. Ela se interessa pelo trabalho físico, a interação entre seu corpo e outros meios, como argila, vidro e madeira. Ele valoriza a marca do fogo em suas peças e “aceito como uma certeza de que não posso controlar tudo.” Como o fogo é o melhor amigo e o pior inimigo das duas matérias que trabalha, o barro e o vidro, a escultura lhe oferece todas as possibilidades de estrutura e plasticidade que você precisa. “Considero isso um universo gigante, cheio de metáforas para explorar.”
Inauguração:
Quarta-feira, 04 de dezembro | 18h00 | entrada gratuita
Patente:
De 04 de Dezembro a 11 de Janeiro
Horário:
De Terça a Sábado: 15h30 às 19h00
Endereço:
Cossoul, R. Nova da Piedade 66, 1200-299 Lisboa.
Site:
https://www.guilhermecossoul.pt/
Nas esculturas de Mayank, a cristalização da luz ocorre quando ela passa pelo vidro. Da mesma forma, nas performances e paisagens sonoras de Matilde, o som só é ouvido se encontrar um meio para reverberar. Aqui, luz e som são explorados como elementos que ocupam e transformam o espaço, em uma busca pela fisicalidade do som, bem como em uma tentativa de captar, reter e amplificar a luz neste espaço e neste tempo.
“ Se não existir luz ou som, o que mais haverá?”
Contamos também com uma conversa em torno da exposição (19h) entre Matilde Franco, Mayank Sahni e Luzia Alves, curadora, sobre a trajetória dos artistas , projetos futuros, as obras expostas e o processo criativo e construtivo em vidro, cerâmica e som, seguida de visita guiada à exposição.
Sobre os artistas:
Matilde Franco
< br/>2005, Lisboa | Artista Plástica
Estudou Produção Artística, com especialização em Cerâmica, na Escola Artística António Arroio. Atualmente frequenta o 2º ano da Licenciatura em Escultura na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Em sua prática artística explora o campo da escultura e instalação, através do espectro audiovisual e matérias cerâmicas.
A terra e a água são dois elementos muito presentes em seu trabalho, sendo objeto de estudo em seus projetos. Busca, através deles, resgatar suas heranças ancestrais em um confronto entre o corpo e a matéria - utilizando o meio plástico como principal veículo de questionamento. Mais recentemente, tem desenvolvido pesquisas no campo da paisagem sonora portuguesa, com foco principal nos fenômenos e elementos naturais que a compõem, buscando a conexão que esta estabelece com o ser humano, e de que forma estes se influenciam mutuamente.
< br/>Mayank Sahni
1994, Nova Delhi, Índia
Ele é bacharel em Design de Interiores e Arquitetura pela Universidade Nottigham Trent (2016). Depois de 4 anos de experiência na indústria na área de Design, em 2021 Mayank veio para Portugal para interligar sua experiência em Design com a Arte. Atualmente localizado em Lisboa, frequenta o Mestrado em Arte e Ciência do Vidro e da Cerâmica da NOVA FCT, em associação com a Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Em 2024, abriu o Studio Sahni onde, junto com sua namorada, exploram o meio artístico juntos.
Em sua prática artística busca o volumétrico, o tangível e o tátil, usa suas experiências de vida como tema e tenta dar-lhes uma forma visual e plástica, através do vidro e da cerâmica. Este trabalho introspectivo, evidencia as conexões entre seu mundo interior e exterior. O resultado é a criação de uma variedade de “peças vindas de sítios interiores”. Ela se interessa pelo trabalho físico, a interação entre seu corpo e outros meios, como argila, vidro e madeira. Ele valoriza a marca do fogo em suas peças e “aceito como uma certeza de que não posso controlar tudo.” Como o fogo é o melhor amigo e o pior inimigo das duas matérias que trabalha, o barro e o vidro, a escultura lhe oferece todas as possibilidades de estrutura e plasticidade que você precisa. “Considero isso um universo gigante, cheio de metáforas para explorar.”
Inauguração:
Quarta-feira, 04 de dezembro | 18h00 | entrada gratuita
Patente:
De 04 de Dezembro a 11 de Janeiro
Horário:
De Terça a Sábado: 15h30 às 19h00
Endereço:
Cossoul, R. Nova da Piedade 66, 1200-299 Lisboa.
Site:
https://www.guilhermecossoul.pt/