Este evento terminou!
Puxaram-me o tapete ~ segundas na z
Evento por: Segundas na z
Localização: R. da Barroca 59, Rua da Barroca 59, Lisboa
Palestras e debates, Exposições
Sobre o evento
Puxaram-me o tapete
Sara Chitas
+ Vampiro [dj set]
~
Os desenhos da Sara distinguem-se imediatamente pelo traço singular, que, por si só,
carrega uma caligrafia intrinsecamente ligada à sua mão.
A sua obra manifesta-se na forma como organiza imageticamente as composições, construindo narrativas visuais onde os planos se cruzam e desconstroem qualquer referência de espacialidade pictórica.
Estes desenhos são habitados por formas simultaneamente reconhecíveis e irreconhecíveis: dir-se-ão desenhos figurativos, reveladores de figuras ou formas que, ainda que desconhecidas, nos parecem estranhamente familiares.
Os seus desenhos desafiam as convenções da narrativa pictórica e esta exposição reflete
essa abordagem na sua própria estrutura expositiva.
Puxaram-me o tapete é uma exposição que se estende pelo chão como tapetes domésticos. No entanto, algo inusitado acontece: puxaram o tapete. O desfecho da exposição dá-se quando o último desenho "foge" para o teto, subvertendo a expectativa e materializando a traição da lógica expositiva – o "tapete" desaparece debaixo dos pés e desloca-se para um lugar inesperado.
Sara Chitas (2001, Lisboa) concluiu o curso de Serigrafia e Gravura na Escola Artística António Arroio e licenciou-se em pintura pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa.
Na prática de atelier, o desenho surge como um meio de exploração focado na própria essência da linguagem visual. O processo concentra-se na organização imagética das composições e na criação de narrativas visuais, onde os planos convergem e desfazem qualquer referência tradicional de espacialidade pictórica.
Os desenhos são habitados por formas que transitam entre o reconhecível e o desconhecido. Podem ser descritos como figurativos, mas revelam figuras ou formas que, mesmo desconhecidas, evocam uma sensação de estranha familiaridade. Esse jogo entre o que é familiar e o que é enigmático cria um espaço onde as imagens convidam a uma leitura subjetiva e aberta, sugerindo possibilidades que vão para além do imediato.
Vampiro
3 estrelas
Muito bom, um autêntico das pequenas e médias/pequenas pistas de dança de Lisboa.
~
Entrada livre
Sara Chitas
+ Vampiro [dj set]
~
Os desenhos da Sara distinguem-se imediatamente pelo traço singular, que, por si só,
carrega uma caligrafia intrinsecamente ligada à sua mão.
A sua obra manifesta-se na forma como organiza imageticamente as composições, construindo narrativas visuais onde os planos se cruzam e desconstroem qualquer referência de espacialidade pictórica.
Estes desenhos são habitados por formas simultaneamente reconhecíveis e irreconhecíveis: dir-se-ão desenhos figurativos, reveladores de figuras ou formas que, ainda que desconhecidas, nos parecem estranhamente familiares.
Os seus desenhos desafiam as convenções da narrativa pictórica e esta exposição reflete
essa abordagem na sua própria estrutura expositiva.
Puxaram-me o tapete é uma exposição que se estende pelo chão como tapetes domésticos. No entanto, algo inusitado acontece: puxaram o tapete. O desfecho da exposição dá-se quando o último desenho "foge" para o teto, subvertendo a expectativa e materializando a traição da lógica expositiva – o "tapete" desaparece debaixo dos pés e desloca-se para um lugar inesperado.
Sara Chitas (2001, Lisboa) concluiu o curso de Serigrafia e Gravura na Escola Artística António Arroio e licenciou-se em pintura pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa.
Na prática de atelier, o desenho surge como um meio de exploração focado na própria essência da linguagem visual. O processo concentra-se na organização imagética das composições e na criação de narrativas visuais, onde os planos convergem e desfazem qualquer referência tradicional de espacialidade pictórica.
Os desenhos são habitados por formas que transitam entre o reconhecível e o desconhecido. Podem ser descritos como figurativos, mas revelam figuras ou formas que, mesmo desconhecidas, evocam uma sensação de estranha familiaridade. Esse jogo entre o que é familiar e o que é enigmático cria um espaço onde as imagens convidam a uma leitura subjetiva e aberta, sugerindo possibilidades que vão para além do imediato.
Vampiro
3 estrelas
Muito bom, um autêntico das pequenas e médias/pequenas pistas de dança de Lisboa.
~
Entrada livre